Seu nome em hieróglifos

Digite um nome e veja como ele seria escrito com os sinais fonéticos dos hieróglifos. É uma adaptação aproximada, feita pelo som das letras em português, e não uma tradução: os egípcios antigos não escreviam o seu nome assim, mas essa é a forma mais próxima de compor um nome moderno com o sistema de escrita deles.

Como a conversão funciona

O sistema de escrita egípcio combinava três tipos de sinais: ideogramas (que representam uma ideia ou objeto), fonogramas (que representam sons) e determinativos (que indicam a categoria de uma palavra). Os fonogramas mais simples são os uniliterais, que representam uma única consoante. Os cerca de 24 sinais clássicos são o equivalente mais próximo de um “alfabeto”, e os principais deles são os usados por esta ferramenta.

Uma diferença importante: a escrita egípcia não registrava a maioria das vogais. Por isso, a ferramenta usa o sinal do junco (i) para as vogais “e” e “i”, o sinal da codorniz (w) para “o” e “u”, e o abutre (ꜣ) para “a”, uma convenção popular entre divulgadores, mas que não corresponde a uma regra antiga. Os egípcios, na prática, escreveriam só o esqueleto de consoantes.

Outras adaptações: o egípcio não tinha o som “l”, por isso ele é escrito com o sinal da boca (r), como os escribas faziam em nomes estrangeiros; “ch” e “x” viram š; “c” duro e “qu” viram k; “j” e “g” suave viram ḏ. Nomes de reis, como Ramsés ou Tutancâmon, eram escritos dentro de uma moldura oval, o cartucho, algo que não é reproduzido aqui para não sugerir que o seu nome tenha estatuto real.

Quer entender melhor a escrita e a religião que usava esses sinais? Consulte o glossário e a página dos textos antigos.